segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Reflita.

Via Renato Kress, do Instituto Atena

sábado, 29 de dezembro de 2012

ARTE: Aqui o tempo parou

Este ano, a cidade de São Paulo amanheceu com mais de 200 relógios de rua com os dizeres “Aqui o Tempo Parou“. Inspirados em um dos contos do livro “Sonhos de Einstein”, que discute sobre o tempo e a existência, o coletivo de arte urbana Aqui Bate um Coração teve a ideia de colar os lambe-lambes para criar uma pausa no meio do caos da cidade e sugerir que as batidas metálicas dos relógios sejam substituídas pelas batidas do coração.


Poesia à parte, muitos deste relógios estão em mau estado de preservação e funcionamento desde que a Lei Cidade Limpa proibiu a publicidade em mobiliário urbano (que em breve, voltarão a contar com o espaço para publicidade).

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Perdido no espaço

Inspirado pela lua e gravidade zero do espaço, o i³Lab criou o Time & Space Watch, com face de lua (em foto tirada na França) que brilha no escuro e ponteiros que "flutuam" para marcar o tempo.




Achei bem interessante!

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Passou o apocalipse...

Vocês se lembram do Relógio do Apocalipse? Pois é... o apocalipse maia passou, mas agora estamos a 5 minutos de tudo acabar...

sábado, 22 de dezembro de 2012

Por aí: CCBB

Todo mundo que vai ao CCBB se encanta com o átrio (rotunda) e a poderosa cúpula. Mas um olhar apurado ao redor dessa impressionante arquitetura pode te apresentar a um belo relógio funcionando e com a hora certinha!


O prédio de linhas neoclássicas esteve ligado às finanças e aos negócios no passado. Sua pedra fundamental foi lançada em 1880, materializando projeto de Francisco Joaquim Bethencourt da Silva (1831-1912), arquiteto da Casa Imperial, fundador da Sociedade Propagadora das Belas-Artes e do Liceu de Artes e Ofícios. Inaugurado como sede da Associação Comercial, em 1906, sua rotunda abrigava o pregão da Bolsa de Fundos Públicos. Na década de 20, passou a pertencer ao Banco do Brasil, que o reformou para abertura de sua Sede. Esta função tornou o edifício emblemático do mundo financeiro nacional e duraria até 1960, quando cedeu lugar à Agência Centro do Rio de Janeiro e depois à Agência Primeiro de Março (ainda em atividade).

No final da década de 80, resgatando o valor simbólico e arquitetônico do prédio, o Banco do Brasil decidiu pela sua preservação ao transformá-lo em um centro cultural. O projeto de adaptação preservou o requinte das colunas, dos ornamentos, do mármore que sobe do foyer pelas escadarias e retrabalhou a cúpula sobre a rotunda. Inaugurado em 12 de outubro de 1989, transformou-se em polo multimídia e fórum de debates. (Texto do site)
Do relógio não consegui informação, mas é sempre válido vasculhar detalhes em um local tão bacana como esse. É um dos melhores programas culturais do Rio de Janeiro. Suas exposições são incríveis, um referência nacional e internacional.