domingo, 8 de janeiro de 2012

ARTE: The Clock without a face

O livro The clock without a face - de Eli Horowitz e Mac Barnett - foi escrito como uma casa de enigmas, cheio de pistas sobre o roubo dos 12 números de um legendário e amaldiçoado relógio: o Emerald Khroniker. De acordo com a lenda, o relógio foi construído pelo pirata Friendly Jerome. Ele saqueou 12 cidades de 12 países diferentes e, em cada uma, roubou um número com jóias de um grande relógio para construir o seu.


Ao longo do livro são reveladas pistas sobre a identidade do ladrão e o paradeiro dos números, que dariam ao seu detentor o poder de controlar o tempo. O criminoso é descoberto apenas na última página, mas os preciosos números teriam sido REALMENTE escondidos pelos autores em diversas partes dos EUA, encorajando os leitores a seguir as evidências contidas no livro e partir em busca do tesouro. Apenas o número 12 ainda não foi encontrado.




Lançado em 2010, o livro está à venda na Amazon e a Paramount comprou os direitos de levar o livro ao cinema.

PS.: Literatura e Cinema SÃO arte.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

POR AÍ: Relógio da Glória


Em frente à Rua Cândido Mendes, no Rio de Janeiro, encontra-se o Relógio da Glória, um belíssimo monumento tombado pelo Patrimônio. Para embelezar o bairro da Glória, dentro de seu programa de melhoramentos da cidade, o prefeito Pereira Passos mandou retirar a balaustrada de bronze que circundava a Praça Tiradentes, no Centro do Rio, e transferi-la para a Avenida Augusto Severo. O relógio teve a finalidade de arrematar o conjunto e foi inaugurado a 15 de abril de 1905.

O monumento é formado por uma coluna de gnaisse (tipo de rocha) de 7,5 m, encimada por um relógio de quatro faces, com mostradores luminosos, que está localizado sobre um capitel retangular com meia luz e meia flor em seus centros. Sua base é quadrangular, com laterais projetadas. A coluna cilíndrica é ornada por dois cordões perolados. Na placa da base encontram-se as armas da cidade com quatro florões ao canto. A Companhia de Ferro Carril do Jardim Botânico foi quem proporcionou a iluminação do monumento.



A máquina do relógio é francesa e foi instalada pelo relojoeiro alemão Frederich Krussman. Em 1980 o relógio foi quebrado. Um relojoeiro se ofereceu a consertá-lo de graça, mas não obteve sucesso. O mecanismo foi retirado para o conserto, mas havia falta de informações técnicas sobre seu funcionamento. Vários relojoeiros tentaram consertá-lo sem sucesso. Em 1986, o reloginho foi finalmente restaurado.


E fica na rua... aí... pra todo mundo ver de graça! Mas não é pra vandalizar (como já fizeram), viu?

PS.: As fotos são de minha autoria - tirando (é óbvio) a foto antiga que peguei de um site do governo, mas não descobri o fotógrafo.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Quilômetros de elegância

Relógios e carros andam juntos mesmo. Criei até uma tag pra isso.

Por exemplo: inspirado - e apaixonado - pelo modelo 320 da Mercedes-Benz, lançado em 1937 (o primeiro com suspensão dianteira e traseira independentes), o designer sérvio Marko Petrovic conceituou o Mercedes 320 Tourbillion Watch.


O visual é baseado no painel do 320, então, horas e minutos parecem medidores de velocidade e quilometragem. A data e o dia da semana também seguem essa ideia.


Diferente da leitura circular do tempo em relógios analógicos, deve ser interessante - e MUITO elegante! - ver os ponteiros voltando ao ponto inicial nesse modelo "meio-círculo".

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

POR AÍ: O tempo (e seu fim) para os Maias


A Lei Natural do Tempo afirma que existe uma única frequência de tempo que unifica a ordem inteira galáctica desde o seu componente maior até ao mais ínfimo da existência. Essa frequência de tempo é a relação 13:20. A matemática do Calendário Maia revela a matemática Universal da Quarta Dimensão, estudada por Einstein.

A grande importância dada pelos maias à medição do tempo decorre da concepção que tinham, de que tempo e espaço em verdade tratam-se de uma só coisa e que flui, não linearmente como na conceção européia ocidental, mas circularmente, isto é, em ciclos repetitivos. Esse é o conceito Najt, representado por uma espiral. Portanto, acreditava-se que, conhecendo o passado e transportando as ocorrências para o idêntico dia do ciclo futuro, os acontecimentos basicamente se repetiriam, podendo-se assim, prever o futuro e exercer poder sobre ele.

Estudiosos defendem que a observação da repetição cíclica das estações do ano e seus eventos climáticos, dos ciclos vegetativos e reprodutivos das plantas e dos animais, sincronizada à repetição do curso dos astros na abóbada celeste, teria inspirado os Maias à criação de seus eficientes calendários. E é no plural mesmo: são pelo menos 3 calendários importantes (Tzolkin, Haab e Katun) fora as combinações entre eles e os considerados menores. Mesmo sendo criados sem as correções atuais do ano bissexto gregoriano, os calendários maias apresentam um erro anual de 37 centésimos de segundo com relação ao ano solar verdadeiro, enquanto o nosso calendário apresenta um erro anual de aproximadamente 26 segundos! Ou seja, mesmo com toda a tecnologia atual, a civilização maia foi mais precisa, rigorosa e - por que não? - genial!

A interpretação incorreta dos calendários maias gerou a crença do fim do mundo no dia 21 de dezembro de 2012. Esta data é, na verdade, apenas o fim de um ciclo e não o fim dos tempos. Porém, os maias acreditavam que, ao final de cada ciclo de 7885 anos, o universo era destruído e recriado. Portanto, o fim do mundo será em 12 de Outubro de 4772!

Agora todos podem relaxar e ver uma boa explicação sobre os calendários maias e o fim do mundo no meu outro blog Mito+Graphos.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

ARTE: Coldplay!

E o ano de 2012 começa com uma das melhores bandas do ano passado e que tem tudo para continuar sendo neste ano: Coldplay! A música é Clocks, do álbum A Rush of Blood to the Head, de 2002. Vejam o vídeo e curtam a letra com tradução:




Lights go out and I can't be saved / Tides that I tried to swim against / (You've) Put me down upon my knees / Oh I beg, I beg and please, singing
Luzes se apagam e eu não posso ser salvo / Ondas contra as quais eu tentei nadar / (Você) me colocou de joelhos / Ah, eu imploro, eu imploro e suplico, cantando

Come out of things unsaid / Shoot an apple off my head (and a) / Trouble that can't be named / A tiger's waiting to be tamed, singing

Me fale as coisas reveladoras não ditas / Atire fora a maçã em minha cabeça / (E um) problema que não pode ser nomeado / Um tigre está esperando pra ser domado, cantando

You are... You are...

Você é... Você é...

Confusion never stops / Closing walls and ticking clocks / (Gonna) come back and take you home / I could not stop that you now know, singing
Confusão que não acaba / Paredes fechadas e relógios tiquetaqueando / (Vou) voltar e te levar para casa / Eu não poderia parar agora que você sabe, cantando

Come out upon my seas / Cursed missed opportunities / (Am I) a part of the cure? / Or am I part of the disease? Singing
Apareça sobre meus mares / Malditas oportunidades perdidas / (Eu sou) uma parte da cura? / Ou sou uma parte da doença? Cantando

You are, you are, you are...
And nothing else compares (3x)
You are / You are
Home, home where I wanted to go (4x)
Você é, Você é, Você é...
E nada se compara (3x)
Você é / Você é
Lar, lar onde eu queria ir (4x)

Música linda... mas dá pra te dizer que o Djavan não é tão louco em suas letras, né?

PS.: Música É arte.